TRANSVANGUARDA- Rejeita a idéia de um processo artístico linear, introduzindo a possibilidade de não considerar o curso anterior da arte como caminho obrigatório, optando por atitudes que levem em consideração linguagens que tinham sido anteriormente abandonadas. Assim, o exercício da individualidade na arte ganhou um impulso espetacular, mediante a recusa em se trilhar exclusivamente o caminho da procurado novo. Antes de tudo o artista contemporâneo reconhece que a originalidade é um mito, ao mesmo tempo em que toma posse de diversas referências nas linguagens já decodificadas, equalizando-as e recombinando-as entre si sema obrigação histórica que acompanhou o advento das mesmas. Os artistas nunca forma tão livres. A morte da história é a liberação da criatividade ao redor de obrigações filosóficas ou contra-respostas estéticas. FIM DA HISTÓRIA LINEAR- Esta enorme força da pós-modernidade que destruiu a História através do seu consumo desenfreado, transformando cada um dos seus fatos históricos em conceitos independentes e capazes de servir a interesses diversos, acima dos interesses cronológicos. |
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